Histórias de superação reforçam a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama
Histórias de pacientes de Jundiaí reforçam a importância do diagnóstico precoce e do acolhimento no tratamento do câncer de mama.
As histórias de duas pacientes atendidas em Jundiaí reforçam a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, do cuidado contínuo e do acolhimento durante o tratamento.
Os relatos de Adriana Cristina Nepomuceno Venciguerra, de 42 anos, e Regina Aparecida de Souza Conceição, de 57, também mostram como a tecnologia pode proporcionar mais precisão e conforto em uma etapa delicada da jornada contra a doença.
Nódulo foi percebido durante autotoque
Adriana percebeu um nódulo na região da axila durante um autotoque rotineiro. Pouco tempo depois, recebeu o diagnóstico de um câncer de mama agressivo.
Após o primeiro ciclo de quimioterapia e a realização de uma mastectomia, ela iniciou o tratamento no acelerador linear do Hospital de Caridade São Vicente de Paulo.
Foram realizadas 15 sessões de radioterapia, cada uma com menos de 20 minutos de duração. Adriana destacou o cuidado e o acolhimento recebidos durante todo o atendimento.
Paciente realizou tratamento contra metástase
Regina também enfrentou um tumor agressivo, que evoluiu com metástase nos ossos da região do quadril.
A paciente passou por sessões de radioterapia no acelerador linear do Hospital São Vicente e ressaltou a rapidez do procedimento, o funcionamento silencioso do equipamento e o profissionalismo dos técnicos responsáveis pelo atendimento.
Equipamento permite sessões mais rápidas e precisas
Em funcionamento desde julho, o acelerador linear do Hospital São Vicente é utilizado no tratamento de pacientes oncológicos.
A tecnologia permite a aplicação mais precisa da radioterapia, possibilitando sessões mais rápidas e maior conforto durante o tratamento.
O equipamento tem feito diferença na rotina de pacientes que enfrentam diferentes tipos de câncer e precisam passar por essa etapa do cuidado.
Atendimento começa nas unidades de saúde
Em Jundiaí, o atendimento às pacientes começa na Atenção Primária, por meio das Unidades Básicas de Saúde e das Clínicas da Família.
Diante de uma suspeita de câncer de mama, a paciente pode ser encaminhada para a realização de mamografia. Caso sejam encontradas alterações, o atendimento prossegue com avaliação de um mastologista e, quando houver indicação médica, biópsia.
Depois da confirmação do diagnóstico, a paciente é encaminhada ao serviço de oncologia do Hospital São Vicente. Cada caso é avaliado individualmente para a definição do tratamento, que pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia.
Mamografia também é utilizada para rastreamento
A mamografia não deve ser procurada somente quando surgem sintomas ou alterações nas mamas. Conforme as recomendações para cada faixa etária e os fatores individuais de risco, o exame também é utilizado para rastreamento.
Esse acompanhamento pode permitir a identificação de tumores antes mesmo do aparecimento de sinais perceptíveis.
Atenção às mudanças do próprio corpo
O câncer de mama também pode surgir em pessoas que mantêm hábitos saudáveis e realizam acompanhamento médico regularmente.
Por isso, além de adotar uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e realizar os exames recomendados, é importante conhecer o próprio corpo.
Ao perceber nódulos, alterações na pele, mudanças no formato das mamas ou qualquer outro sinal diferente, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação profissional.
As histórias de Adriana e Regina reforçam a mensagem do Outubro Rosa: informação, atendimento no momento adequado e acolhimento fazem diferença durante o diagnóstico e o tratamento.


